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Plantámos a Nossa Independência no Chão Duro de Santa Cruz - Escritos da Nossa Resistência e Identidade
Crisódio Marcos
-10%
Promoção – Desconto imediato
€ 12,00 € 10,80
Disponibilidade: Disponível
Edição: 2014ISBN: 978-989-752-051-8
Editora: LIDELPreço Fixo:
Não
Este livro não está abrangido pela Lei do Preço Fixo. Para mais informações consulte por favor as Perguntas Frequentes"
Páginas: 36Formato: 24x17 cm
Idioma: Tétum
Plantámos a nossa independência no chão duro de Santa Cruz é um livro que compila poemas e textos poéticos escritos desde os tempos da Resistência até à fase da consolidação da Pátria Timorense na primeira década da independência.
Trata-se, no fundo, de uma homenagem sentida aos aproximadamente 200 jovens que enfrentaram de peito aberto as balas frias e assassinas dos militares indonésios, no dia 12 de novembro de 1991, no Cemitério de Santa Cruz, em Díli. Até hoje, 23 anos depois do Massacre, continuamos sem saber o número exato de vítimas mortais e o paradeiro de muitos destes corpos mártires, o que nos inquieta e compromete a não deixarmos morrer este assunto que faz parte do lado mais perverso e iníquo da nossa condição humana.
São vários os recados e lembranças que perpassam neste livro de poemas, com ênfase a um olhar de admiração ao papel da Igreja, dos guerrilheiros e do povo anónimo que sofreu em silêncio. Não se conhece na história uma resistência tão esclarecida e convicta da vitória final. Não se conhece nos processos de libertação dos povos uma disciplina tão férrea alicerçada somente na fé de um povo entregue a si próprio, na vontade do sacrifício incondicional e na esperança de que, para além da morte, o novo Milénio plantaria no Mundo um novo Estado de um “País tão pequenino que ninguém poderá deter porque tem a força de um Povo”!

Público-Alvo
Público em geral.
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Autores
Crisódio Marcos
Tornei-me lemo-rai, peregrino insatisfeito...
Díli bicentenária? Destruída tantas vezes…
Cidade terrivelmente bela
Que só pode viver na alma de quem
se perdeu no mundo!

O Autor nasceu em Díli, a 26 de março de 1964. Filho de Fernando de Araújo e de Ana Domingas da Costa Freitas, foi criado na infância pelos tios Marcos de Araújo e Prisca de Jesus, em Ataúro, onde iniciou os estudos primários. Aos 7 anos, continuou no Colégio de Ainaro e, concluída a primária, foi aconselhado pelos Padres Barbosa e Francisco Fernandes a ingressar no Seminário de Dare.
A guerra apanha-o no final do 1º. Ano do Ciclo Preparatório e, depois de um ano refugiado em Atambua, juntamente com outros 16 seminaristas, irmãos para a vida toda, e seus responsáveis, parte para Lisboa.
Já em Portugal, através das amizades de D. Basílio e Pe. Gelásio, foi acolhido no Seminário Menor de Vila Viçosa, assim como o Ângelo, o Eleutério e o João Gomes. Os seus estudos na escola pública e a mensalidade do Seminário de S. José foram patrocinados pelos Padres alentejanos Salvador dos Santos e Paulo Cordovil.
Em 1980 vai para Braga, juntamente com um grupo de quase 20 estudantes timorenses, incluindo raparigas, e estabelece-se nesta cidade durante 10 anos. Frequenta o Seminário Conciliar de Braga mas acaba por desistir. Cursou Filosofia, Teologia e Humanidades, na Universidade Católica mas a experiência mais rica que colheu foi na Academia, onde foi dirigente associativo por várias vezes e iniciou o percurso da escrita, incluindo a fundação dos primeiros boletins e a colaboração em jornais e revistas académicas de grande expressão.
Na década de 90 vai viver em Lisboa e trabalhando na área privada, inicia a sua ajuda à Frente Diplomática, através do Boletim Kaibauk e pela sua estreita colaboração com a UDT.
Restaurada a Independência, estava livre para decidir onde viver e Portugal foi a opção. Mas desafiado a trabalhar em Timor por D. Basílio e o Ex-MNE Zacarias da Costa, não hesita em aceitar o repto e regressa, depois de 32 anos, em 2008.
É casado e tem dois filhos nascidos em Portugal, mas desde cedo que os dois perceberam que a sua Pátria é o Chão Duro, a Terra Livre e o Povo Livre cantados nos poemas do pai e do Borja da Costa…

Hau sai tiha ona lemo-rai, litik dalan, husu fatin...
Dili, ho tinan atus rua? Sobu dala barak ona…
Sidade furak tebe-tebes
Maibé Moris deit iha klamar ema ne’ebé
La’o lakon hela iha nundu tomak!

Autor moris iha Dili, iha 26 Marsu 1964, oan Fernando de Araújo no Ana D. da Costa Freitas nian. Hahu nia estudus primárius iha Ataúro, ho niu tiun sira, Marcos de Araújo ho Prisca de Jesus. Ho tinan 7 nia kontinua nia eskola iha Koléjiu Ainaro no, remata primáriu, simu konsellu husi Padre Barbosa no Francisco Fernandes atu tama iha Semináriu Dare.
Funu toman autor bainhira remata 1º. Anu Preparatóriu. Refujiadu tinan ida iha Atambua, hamutuk ho seminarista na’in 16, maun-alin ba vida tomak, ho sira nia responsável sira, arranka ba Lisboa.
Iha ona Portugal, liu husi amigu rua D. Basílio no Pe. Gelásio nian, hetan fatin iha Seminário Vila Viçosa, hamutuk ho Ângelo, Eleutério no João Gomes. Sira nia eskola públika no mensalidade iha Semináriu hetan suporta husi Amu Alentejanu na’in rua, Salvador dos Santos no Paulo Cordovil.
Iha 1980 muda ba Braga, hamutuk ho maizumenus estudante Timoroan na’in 20, inklui ho feto sira, no estabelese iha sidade ne’e durante tinan sanulu. Nia tuir kursu Filosofia, Teologia no Humanidades, iha Universidade Católica maibé esperiénsia ne’ebé riku liu nia sei hetan iha Akademia, nudar dirijente asosiativu dala barak no hahu mós iha tempu ne’ebá nia dalan nudar hakerek na’in, inklui harii jornal no revista akadémiku rua.
Iha 90, bá buka moris iha Lisboa no kaer serbisu iha área privadu. Nia hahu nia intervensaun ajuda Frente Diplomátika, liuliu husi nia dedika an ba Boletim Kaibauk no nia kolaborasaun ho UDT.
Restaura ona Independénsia, nia sente livre atu hili nia fatin atu moris no nia deside katak Portugal fatin diak ida. Maibé D. Basílio no ex-titular MNE Zacarias da Costa, bolu nia mai serbisu iha Timor no, iha 2008, fila duni mai nia rain.
Autor kaben na’in no iha oan mane rua, moris iha Portugal, maibé sei kosok hela sira na’in rua komprende kedas katak sira nia Pátria harii iha Chão Duro, iha Terra Livre no iha Povo Livre, temi no hananu iha poema hirak ne’ebé sira nia aman no Borja da Costa hakerek ho klamar Timoroan…
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